Hospital Santa Teresa, de Petrópolis, esclarece sobre os melhores tratamentos

para doença da visão que acomete 150 mil brasileiros por ano

Diagnóstico e tratamento precoce do ceratocone poderia evitar a maior parte dos transplantes de córnea no Brasil
Diagnóstico e tratamento precoce do ceratocone poderia evitar a maior parte dos transplantes de córnea no Brasil

O transplante de córnea é uma cirurgia complexa e invasiva, e deve ser feita apenas quando não há outra alternativa. Mas, no Brasil, 70% desses procedimentos são decorrentes de uma doença que pode ser evitada ou controlada se houver prevenção desde a infância. Trata-se do ceratocone, condição degenerativa da córnea, a lente externa do olho, que atinge cerca de 150 mil brasileiros por ano.

Por isso, o Hospital Santa Teresa (HST), de Petrópolis (RJ), reforça o ‘Junho Violeta’, campanha mundial de esclarecimento sobre o ceratocone, promovida no país pela Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO). De acordo com a oftalmologista do HST, Dra. Mônica Araújo, a doença não causa cegueira definitiva, e talvez por isso sua importância tenha sido mitigada ao longo dos anos.

“A córnea tem formato esférico, mas no ceratocone ocorre afinamento e deformidade do órgão, fazendo com que assuma o formato de um cone. Isso deixa a visão extremamente prejudicada, podendo causar graus elevados de astigmatismo e miopia, e dificultar atividades diárias do paciente”, afirma. Os principais sintomas da doença são vermelhidão nos olhos, sensibilidade à luz, visão dupla, borrada ou distorcida e mudança de grau com frequência.



Coçar os olhos é principal agravante

O ceratocone tem causas genéticas e hereditárias, mas um hábito que parece inocente pode agravar o desenvolvimento da doença: coçar os olhos. Isso porque, além de levar sujeira das mãos para o globo ocular, fazer pressão sobre os olhos favorece a deformação do órgão. Não à toa, pessoas com alergias como rinite, conjuntivite ou asma estão entre as que mais desenvolvem ceratocone, já que sentem coceira nos olhos com mais frequência. E o índice não é baixo – 30% dos brasileiros têm alguma alergia.

No entanto, segundo a oftalmologista Mônica Araújo, algumas medidas simples podem ajudar a diminuir a vontade de coçar os olhos. “Os olhos não foram feitos para serem manipulados, mas tem gente que acha que alergia é frescura e não precisa de tratamento, o que não é verdade. A solução é procurar um alergista e tratar a causa daquela irritação. Enquanto isso, o paciente pode aliviar a vontade de coçar usando colírios antialérgicos e lubrificantes”, indica a Dra. Mônica.

Diagnóstico e tratamento

O ceratocone pode se manifestar cedo na vida do paciente, normalmente entre os 10 e 25 anos, mas a doença pode progredir até os 30 anos de vida, em média. Exames como a topografia de córnea podem ajudar a detectar a condição mesmo em crianças. Uma vez diagnosticado, o paciente pode adotar uma série de medidas para reduzir a necessidade de um transplante de córnea no futuro.

“É possível tratar o ceratocone com o uso de óculos e lentes de contato rígidas. Em casos mais avançados, um implante de anel corneano pode ser a solução, ou mesmo um tratamento chamado ‘crosslink’, que consiste em raspagem da superfície da córnea, aplicação de um colírio à base de vitamina B e, em seguida, de um feixe de luz ultravioleta, o que aumenta a rigidez da córnea”, afirma a Dra. Mônica Araújo.

O Hospital Santa Teresa conta com uma equipe completa de oftalmologistas, com os mais modernos equipamentos de diagnóstico, consultórios amplos e corpo clínico com a qualidade médica que já é tradicional em Petrópolis e região. Para marcar sua consulta, fale com a Central de Agendamento pelo telefone (24) 2104-4601, ou no site www.hst.org.br. Para mais dúvidas sobre o ceratocone ou outras informações, entre em contato com a Foco Oftalmologia pelo número (24) 99282-5565.

Sobre o Hospital Santa Teresa (HST)

Fundado pela Família Imperial, em 1876, o Hospital Santa Teresa recebeu esse nome em homenagem à Imperatriz Thereza Cristina, que se empenhou em dar um atendimento assistencial aos mais humildes. No ano de 1900, o Hospital Santa Teresa foi entregue às Irmãs de Santa Catarina.

A Medicina de Petrópolis, Rio de Janeiro, nasceu nessa instituição e grande parte da sua história foi retratada dentro desse Hospital. Hoje, o Hospital Santa Teresa conseguiu se consolidar em toda a Região Serrana como referência em algumas áreas primordiais da saúde, como: Cardiologia, Neurocirurgia, Vascular, Ortopedia e Traumatologia.

A experiência adquirida ao longo dos anos, através de um corpo clínico altamente qualificado e aliado com as inovações tecnológicas, garantiu ao Hospital Santa Teresa excelência em atendimento tanto para Convênios e Particulares quanto para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O Hospital Santa Teresa conta com 191 leitos de internação e quatro UTIs, incluindo uma Coronária e uma Neonatal e Pediátrica. Também há uma unidade exclusiva para atendimentos femininos, com berçário e monitoramento 24h por dia, que garante segurança de mães e filhos. Em parceria com o Hospital Santa Teresa, os setores terceirizados de Hiperbárica, Endocentro, Laboratórios de Análises Clínicas e Centro de Diagnóstico por Imagem garantem a todos os que são assistidos pelos mais de 100 especialistas do Centro Médico Santa Teresa, o conforto de se realizar grande parte dos principais exames de check-up no próprio hospital.




Sobre a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC)

Com mais de 120 anos de atuação no Brasil, a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) é responsável pela administração de 22 entidades em três segmentos de atuação: Educação, Saúde e Assistência Social. A ACSC criou um modelo de gestão autossustentável onde todo superávit gerado por nossos negócios é aplicado integralmente em nossas obras, nos três segmentos, a fim de executar dignamente suas atividades e acolher e cuidar do ser humano em todo o ciclo da vida.

Ao todo, são cerca de 14 mil colaboradores distribuídos em diversas instituições de saúde, mantendo inúmeros estabelecimentos de ensino e acolhendo crianças, adultos e idosos em espaços assistenciais, com atendimento humanizado e serviços de qualidade para milhares de pessoas em seis estados brasileiros (Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo). Atualmente, na área de educação, as instituições da ACSC oferecem ensino de qualidade a 4.934 alunos, com 1.005 deles contemplados com bolsas integrais assistenciais.

As entidades de saúde realizam anualmente 111 mil internações, 558 mil atendimentos de urgência e emergência, 2 milhões e 40 mil atendimentos ambulatoriais, 4 milhões e 913 mil exames, sendo 73,7% dos atendimentos destinados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Na assistência social, cerca de 600 pessoas em vulnerabilidade e risco social são beneficiadas por projetos sociais da ACSC.